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domingo, dezembro 29, 2002

2002, um ano muito bom

Não podia deixar acabar esse ano, sem fazer uma pequena análise.
No fim das contas, foi um ano muito bom pra mim, muito bom mesmo, porque conheci muita gente bacana, dei mais risada que em 2001, fiz baladas incríveis, muitas viagens, etc, etc.

O QUE EU VOU LEMBRAR DE 2002:

- Vi M&Ms que voam.
- fui em uma festa de aniversário, onde o aniversariante não foi.
- Fiz sexo com uma garota que chupou os dedos do meu pé. (Ainda não sei se isso entra na categoria: sinistro, estranho ou legal)
- Dancei funk no Cambridge.
- Fui ao circo, e com pessoas que eu adoro.
- Ganhei livros de presente.
- Dancei Ragatanga em público.
- Cantei Bonde do Tigrão em um videokê.
- Dormi no pufe do Salamandra.
- Noites inesquecíveis na The One.
- Noites insanas na Lov.e.
- Noites surreais no Cambridge.
- Rave em Ubatuba.
- Ouvi coisas românticas.
- Pizza com blogentos.
- Participei de um campeonato de Quake.
- Vi jogadores de RPG não falarem de RPG.
- Fui promovido no meu emprego (mais de 1 vez).
- Ganhei um sutiã e uma calcinha rosa de amigo secreto (Ainda não entendi o motivo, mas nem vou pensar no assunto).
- Fui em uma festa a fantasia vestido de bobo da corte (E vi que bobos da corte fazem sucesso em festas a fantasia).
- Conheci o puteiro mais sujo e feio de São Paulo, em uma noite de quase recorde alcoólico.
- Bati o carro do meu irmão.
- Acordei ao lado de uma moça que eu não sabia nem o nome (E também fui embora sem saber).
- Festas incríveis nos jogos da Copa do Mundo de madrugada.
- Comprei uma camisa laranja.
- Matei um blog velho, e comecei esse.
- Paixões que duraram menos que o efeito do álcool.
- Joguei Banco Imobiliário com umas modelos da Elite.
- Quebrei o dedo do pé chutando minha cama.
- Fui pra balada de dedo quebrado.
- Apresentei pessoas, que viraram namorados.
- Fui xingado por coisas que eu escrevi.
- Fui odiado por coisas que eu fiz.
- Fui elogiado por coisas que escrevi.
- Fui amado por coisas que eu fiz.
- Aprendi a pedir desculpas (Agora em 2003, vou aprender a pedir desculpas com mais frequência).
- Briguei com clientes.
- Derrubei copos, garrafas, cinzeiros e diversas outras coisas em público.

Aconteceram dezenas de outras coisas legais, e outras nem tanto, mas realmente memória não é meu forte, portanto, vou parar por aqui mesmo.
Também não conseguirei linkar todo mundo que conheci, nem vou me atrever a citar todos aqui pelo mesmo motivo.
O que posso dizer é que 2002 foi um ano bom pra caralho!

Bem, vou nessa agora, porque daqui a algumas horas eu embarco rumo a Ubatuba, onde desfilarei (para deleite do público feminino) esse corpinho branquelo e tatuado até dia 5 de janeiro.

FELIZ 2003 PARA TODOS!!!!!!!!!!!

Postado pelo Marco 11:18 Se não funcionar, tem esse aqui: Comments:

quinta-feira, dezembro 26, 2002

Poxa, passou o Natal e eu nem falei feliz natal pro pessoal que vem aqui.

FELIZ NATAL

Antes tarde do que nunca...

E para não correr o risco:

FELIZ 2003 A TODOS!!!!!!!!!!!!

Postado pelo Marco 13:48 Se não funcionar, tem esse aqui: Comments:

quarta-feira, dezembro 18, 2002

ônibus cheio, avenida Rebouças, 11 da manhã.

Lá estava eu, meio dormindo, em direção a Paulista, quando percebo metade do ônibus levantando de seus lugares:
- Olha! Olha!
Sim, eu sou curioso e olhei também, mas não levantei. Estava ao lado da janela. Era um motoqueiro caído na faixa da esquerda, cercado por dezenas de motoqueiros, e curiosos em geral. Festa no busão:
- Olha!
- Nossa!
- Gente!
E o povão levantando para procurar o melhor ângulo.
Aí o ônibus passou bem ao lado do infeliz, que estava lá, esparramado no chão. Por sorte, ele estava bem, falando com o pessoal que o estava socorrendo. Nada de grave, aparentemente.
Foi quando eu ouvi da mulher que estava sentada atrás de mim, a frase mais bizarra do dia:
- Ah! Nem machucou nada!

Obs: Esse "Ah" foi falado com a mesma entonação do "Ah! Que peniiiinha", que o Bozo falava quando alguém perdia nas brincadeiras.

Realmente o povão cada vez mais quer ver sangue! Senão não tem graça. Afinal, que tragédia eles vão contar em casa ao chegar do trabalho?

Tenho medo de como serão os programas do Ratinho daqui a alguns anos.

Postado pelo Marco 13:02 Se não funcionar, tem esse aqui: Comments:

terça-feira, dezembro 17, 2002

Preguiça...

Postado pelo Marco 09:11 Se não funcionar, tem esse aqui: Comments:

sexta-feira, dezembro 13, 2002

Resolvi começar a contar para vocês algumas histórias da minha vida, para que possam me entender melhor, e saber porquê as vezes eu tomo algumas atitudes.

O encontro com o mestre, no Tibet


Um belo dia, anos atrás, fiz uma pergunta a mim mesmo, e vi que a resposta era fundamental para que eu entendesse o sentido da vida, achando assim, o caminho da felicidade eterna.

Mas eu não estava nem perto de saber a resposta.

Foi então que eu decidi procurar, nos quatro cantos do mundo, o caminho da sabedoria, e, consequentemente, a resposta da pergunta que atormentava minha vida.

Conversando com uma zen-budista às margens do Rio Colorado, na Patagônia, em uma tarde de clima ameno, eu cheguei a duas conclusões:

- A sabedoria está dentro de mim, e apenas ficando sozinho, em paz e harmonia comigo mesmo, eu poderei encontrar as respostas para as perguntas que minha própria mente criou.
- Na Patagônia as mulheres são muito feias, aqui não vira nada.

Então eu decidi ir a caminho do Tibet. Sim, eu iria encontrar a paz e a harmonia no "teto do mundo".

Após desembarcar em Lhasa, foi logo para o templo Jokhang, onde após passar algumas horas, tive uma visão que iria mudar minha vida: Iria encontrar paz e harmonia no Monastério Drepung. Fui até lá, e fui recebido pelos monges com muita alegria. Eles entenderam minha agonia, e resolveram me ajudar na minha jornada. Fiquei por lá mesmo.

210 dias se passaram, e eu já era uma pessoa completamente diferente, cada vez mais próximo das respostas que eu tanto procurava.

Foi então que um mestre me falou:

- Você não precisa ficar mais aqui, visite o grande sábio Sarhayvah, que reside em um vilarejo aos pés do Himalaia, ele poderá lhe ajudar na sua incessante busca.

Essas sábias palavras me fizeram acreditar que eu estava perto do meu sonho, e a iluminação estava cada vez mais próxima.

Resolvi então me dirigir em direção ao Himalaia, e após uma caminhada de vários dias, cheguei ao tal vilarejo.

O local era simples, e as pessoas de lá viviam em total harmonia com o ambiente. O sábio Sarhayvah era venerado no local, e havia gente do mundo todo esperando (alguns a meses) para ter a oportunidade de conversar com ele. Porém, quase nada o tirava de sua imensa meditação, e eu teria que esperar uns dos raros momentos em que ele fazia uma pausa, e espalhava o néctar de seu conhecimento aos que viajaram o mundo a sua procura.

Enfrentei o sol e a chuva, o calor e o frio, fome... Mas nada me faria desistir de conseguir tal benção...

Após alguns dias no vilarejo, finalmente tive a oportunidade de me aproximar dele, em um desses raros momentos, e pude então fazer a pergunta:

- Mestre, de onde viemos? E para onde vamos?
- Filho, viemos de onde nossas costas apontam, e vamos para onde nosso nariz estiver apontando, a não ser que você ande de costas.
- Puxa mestre, essa resposta foi idiota!
- Tal qual foi a sua pergunta.
- Caralho mestre!!! Viajei esse tempo todo para isso?
- Você que saiu de onde estava para vir falar comigo, eu não te chamei. Eu estava aqui quieto, você aparece e ainda me vem com uma pergunta cretina? Filho, você merece uma resposta imbecil. Agora vá embora e siga sua jornada em paz...


E saiu caminhando pelo vilarejo calmamente, de volta ao seu local de meditação.

Desde então, sou outra pessoa. Voltei ao Brasil mais consciente, e, desde esse fato, me comprometi a espalhar esse ensinamento do mestre Sarhayvah a todos os que estão à minha volta, e não tiveram a oportunidade ímpar que eu tive.

Desencanei de tentar entender o sentido da vida, e passei a ter tolerância zero com perguntas cretinas.

Tá explicado? Agora, ao invés de ficarem chateados com minhas respostas mal educadas, vocês podem ficar felizes!!! Estou apenas ajudando no seu crescimento espiritual!

Postado pelo Marco 00:52 Se não funcionar, tem esse aqui: Comments:

quinta-feira, dezembro 12, 2002

Ela lê isso aqui.
Que honra.
Faz mais de 6 meses que leio o blog dela, e nunca fiz um comentário sequer. Putz, eu sou um mal educado mesmo.
Leiam também, vale a pena. Aliás, tem vários blogs que eu leio e não comento nada.
Preciso dar sinal de vida nesses blogs também.

Postado pelo Marco 17:56 Se não funcionar, tem esse aqui: Comments:

Tem uns links desatualizados lá na esquerda.
Mas estou com preguiça de consertar.
Bah!

Postado pelo Marco 17:51 Se não funcionar, tem esse aqui: Comments:

Love is in the air atualizado!

Postado pelo Marco 17:48 Se não funcionar, tem esse aqui: Comments:

quarta-feira, dezembro 11, 2002

Momento musical:

"Não é fácil
Não pensar em você
Não é fácil
É estranho
Não te contar meus planos
Não te encontrar..."


Caramba, ouvi essa música de manhã vindo para cá, e agora a musiquinha não sai da minha cabeça...
Sim, eu gosto de Marisa Monte.

Postado pelo Marco 09:13 Se não funcionar, tem esse aqui: Comments:

Acordei cedo e de bom humor hoje.
E lembrei que ela me ama.
Que bom.


Postado pelo Marco 08:45 Se não funcionar, tem esse aqui: Comments:

Ontem eu fui no bar das Empanadas, na Vila Madalena, e não comi empanadas.
Como pode isso?
Absurdo! Absurdo!

Postado pelo Marco 08:40 Se não funcionar, tem esse aqui: Comments:

domingo, dezembro 08, 2002

Para ser lido ao som de "O Portão - Roberto Carlos":
Música escrita por Roberto e Erasmo no ano em que eu nasci (1974).

Eu cheguei em frente ao portão
Meu cachorro me sorriu latindo
Minhas malas coloquei no chão
Eu voltei


Isso mesmo, Marco está de volta ao blog...
E começa agradecendo todos os e-mails, comentários e manifestações públicas pedindo meu retorno!!!!!!!
Recebi alguns e-mails e comentários me xingando também, mas isso não vem ao caso.

Canta Robertão!!!!!!!!!!

Tudo estava igual como era antes
Quase nada se modificou
Acho que só eu mesmo mudei
E voltei


A semana foi cheia de fatos curiosos, alguns acontecimentos bizarros, respostas inspiradas no "Seu Saraiva", e algumas gafes em público, ou seja, "quase nada se modificou".

Terça feira, fui até a cidade de Águas de Lindoya com um cara da empresa, prometia bastante, pois nunca tinha ido até lá.
Fatos curiosos de Lindoya:

- Meio dia a cidade fica ás moscas, parece que tem toque de recolher, não tem uma alma andando nas ruas. Isso é péssimo quando você quer perguntar para alguém onde fica o hotel que você tem que ir. Acabamos achando o Hotel na sorte mesmo. Ao pararmos o carro para perguntar onde era o hotel, estavamos na frente dele. (Mais uma prova que a zica acabou mesmo!!!)
- No restaurante do hotel, a água vendida era a Crystal, engarrafada pela Coca Cola. Caraca! Eu estava em Lindoya!!! Queria água Lindoya!!! Absurdo! Absurdo!
- Aproveitando a viajem, passamos por dentro de um monte de cidades, como Serra Negra, Amparo, Morungaba e Pedreira, onde compramos um monte de tranqueiras de cerâmica, inclusive o pinguim de geladeira que eu dei para a Bia. Comprei também 2 garrafinhas com paisagem dentro, desenhadas com areia. Adoro essas tranqueiras.

Eu voltei agora pra ficar
Porque aqui, aqui é meu lugar
Eu voltei pras coisas que eu deixei
Eu voltei


Segunda e quarta, eu trabalhei no Guarujá. Recomendo a todos os seres que habitam São Paulo, que desçam ao litoral pelo menos 1 vez por mês. Não há stress que resista a 10 minutos olhando para o mar, Deus estava realmente de bom humor quando fez aquilo lá. Mas também, só de sacanagem, colocou uma serra no meio do caminho. Acho que é para evitar que nós a deixássemos mais suja do que já é hoje.

Fui abrindo a porta devagar
Mas deixei a luz entrar primeiro
Todo o meu passado iluminei
E entrei


Na sexta, voltei ao Guarujá.
Foi a viajem das mais estranhas que já fiz na vida.
Como não consegui pegar carona com o carro da empresa, fui de ônibus. As 22hs lá estava eu, na rodoviária do Jabaquara, esperando o incrível ônibus da Ultra, rumo ao Guarujá, que saía as 22:30h. Tempo suficiente para um ser estranho, de óculos e cheirando cachaça ficar puxando papo comigo na plataforma de embarque.
Após umas quinze perguntas não respondidas, ou respondidas apenas balançando a cabeça (Ignorar funciona com testemunhas de Jeová, pensei que fosse funcionar com o mala também), o tiozinho movido a álcool veio com aquela que seria a pergunta final:
- Rapaz, porque você está de mal humor?
- Cara, to cansado, sai daqui...
- Mas eu...
- VAI DE FUDER CARA! VAI ENCHER O SACO DE OUTRO!!!!!!!
E o tiozinho levanta, e sai andando em zigue zague em direção a próxima vítima.
Sim, eu estava de mau humor.

Meu retrato ainda na parede
Meio amarelado pelo tempo
Como a perguntar por onde andei
E eu falei:


Logo depois, chegou o ônibus, e, para não correr o risco do tiozinho chegar perto de novo, entrei rapidamente e fui sentar. A poltrona 11 me esperava...
Tinha a esperança de que ninguém fosse se sentar ao meu lado, apesar do ônibus estar cheio, mas eis que de repente surge aquele que iria ocupar a poltrona 12: O MAGNUN!!!!!



Claro que não era o Magnun original, afinal, ele andava de Ferrari, e com mulheres muito gostosas, mas o cara era idêntico!!! Usava até aquelas camisas de "turista americano no Hawaí" que o Magnun usava. Medo...
O ideal seria se ao meu lado se sentasse uma loira em trajes descontraídos, mas pelo menos não era o tiozinho sem alça, que foi sentar lá pro fundo.

Nem na interligação o ônibus tinha chegado e começa o espetáculo!!!
Ouço uns berros vindos lá do fundo:
- ô motorista!!!!! Tem um filha da #%@&* aqui que tá me incomodando!!!!!!!
E todo o ônibus imediatamente olha para trás, e vê uma mulher em pé, gritando um monte de palavrões e andando em direção ao motorista, que para o ônibus no acostamento.
Tinham 2 policiais dentro do ônibus, que foram junto com a mulher buscar o "tarado do busão", adivinhem...

Sim, era o tiozinho estranho que tava me enchendo o saco na rodoviária!!!
E lá ficaram uns 10 minutos batendo boca no acostamento, até que todo mundo entrou de volta no ônibus. O tiozinho devia estar muito louco mesmo, pois a mulher que disse que ele a estava "incomodando" era mais feia que o rascunho do inferno. Mudaram o tiozinho de poltrona, e a viajem continua...

Ah, o MAGNUN nem acordou!!! Prova que era mesmo uma cópia mal feita do original, se fosse o verdadeiro, tinha colocado ordem no barraco sem a ajuda dos PMs.

Mais uns quilometros e o ônibus parou de novo. Agora por causa de um congestionamento imenso!!!
Depois de alguns minutos parado, o motorista abre a porta, e desce junto com os PMs. Acordei o Magnun para poder passar, e desci também, tava tudo parado mesmo... Um cigarrinho ia bem.
No acostamento, um cara de um carro que tava parado também, estava ouvindo a CBN, e disse que era uma manifestação naquelas favelas da serra, e a pista estava interditada. Tradução: Mais de duas horas parados no acostamento.

O pior foi o tiozinho descendo para explicar para todo mundo (nessa hora tava metade do ônibus no acostamento) que a mulher era maluca e que ela não tinha "mexido na danada da muié". Ele tentou que alguém lhe desse atenção, mas foi "gongado" por quase todo mundo, sorte que nem chegou perto de mim de novo. Menos mal.

Acabei chegando no Guarujá as 3 e meia da manhã, legal, né? Sabendo que as 7h eu tinha que acordar para trabalhar. Cheguei no hotel e a recepcionista me olhou com uma cara de assustada. Um maluco que faz check-in sabado 4 horas da manhã, e pede para ser acordado as 7h, em pleno Guarujá...

Mas, tudo bem, por incrível que pareça acordei na hora e fui trabalhar direitinho. Aliás, acordar abrir a jenela, e estar de frente para o mar, é daquelas coisas que fazem o dia valer mais a pena.

Onde andei não deu para ficar
Porque aqui, aqui é meu lugar
Eu voltei pras coisas que eu deixei
Eu voltei


Mas, acabou a brincadeira, e segundona já estou de volta normalmente ao blog, ao ICQ e ao trabalho em SP. Só aguardando agora a passagem de ano, que promete!!! Ah, promete!!!

Sem saber depois de tanto tempo
Se havia alguém à minha espera
Passos indecisos caminhei
E parei


E para alegrar o domingão, está aqui minha filha, que passou para a segunda série!!!!
Inteligente que nem o pai!!! Que beleza!!!!

Quando vi que dois braços abertos
Me abraçaram como antigamente
Tanto quis dizer e não falei
E chorei


Só para constar, podem não concordar, mas é minha opinião:
Implodiram o Carandirú, mas porquê tiraram os presos de dentro? Não fariam falta nenhuma.

Eu voltei agora pra ficar
Porque aqui, aqui é meu lugar
Eu voltei pras coisas que eu deixei
Eu voltei...

Postado pelo Marco 18:22 Se não funcionar, tem esse aqui: Comments:

segunda-feira, dezembro 02, 2002

É, eu perdi essa trash, mas fui muito bem representado no amigo secreto. Fica aqui meu pedido de desculpas ao meu amigo secreto (pois não estava lá para lhe entregar o presente), e para a garota que me tirou. Sorry babes...

E provavelmente ficarei sumido essa semana tambem, mas agora por motivos profissionais. Volto em breve para encher o saco de todos.

Momento "Agradecimento extremamente pessoal": Pudim, obrigado pelo cartão! Mas acho que não fiz mais que minha obrigação, te devo muito. Muito mesmo! Beijão!

Postado pelo Marco 21:16 Se não funcionar, tem esse aqui: Comments: